segunda-feira, 8 de maio de 2017

Greve Geral!

Minha pequena mas sincera contribuição ao momento triste que vivemos no país.

quinta-feira, 20 de abril de 2017

quarta-feira, 5 de abril de 2017

A Siciliana...

Siciliana feita em ecoline (aquarela líquida) nanquim e guache.
O bikini dela esta com a estampa da bandeira da sicilia, região da Itália.


segunda-feira, 20 de março de 2017

Pete Townshend

Pete Townshend, super guitarrista, compositor, líder da super banda de rock britânica The Who.
A energia no palco, fúria e raiva da geração pós guerra.
Influência decisiva ao punk rock e gerações futuras.


Arte feita em tinta ecoline, guache e nankin

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

All your love...

O disco que definitivamente me transportou ao blues britânico.
"John Mayall and Bluesbreakers featuring Eric Clapton". Talvez nunca na sua carreira Clapton tenha tocando tanto.
Em "All your love", "Steppin out" "Little girl", "Ramblin´on my mind" e principalmente "Have you heard" onde os bluesbreakes com um naipe de metais seguindo a guitarra de alucinante de Clapton dão um clima incrivel a canção. Deve ter sido nessa época que Clapton viu seu nome pichado nos muros de Londres "Clapton is god!" Realmente parecia que Clapton não era desse plano e tinha uma sensibilidade incrível a cada musica e a cada solo.
Gravado no inicio de 1966 antes de Clapton junto a Ginger Baker e Jack Bruce formar o super grupo Cream!

Na ilustração mostro uma curvilínea moça se deliciando na audição desse classico disco do Rock/Blues.

Nunca mais Clapton tocou como nesse disco!

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Romeo will find the lonely girl?

Thin Lizzy, banda ícone dos anos 70, com seu rock estiloso e barulhento com seu front man, Phill Lynot baixista e cantor um dos ícones do rock irlandês se tornaram referencia musical para minha história. O álbum que me tornei fã em questão é Jailbreak de 1976, classico supremo do Rock N Roll que contém músicas clássicas como "Jailbreak a faixa título, "Emerald", "Cowboy Song" "Warriors"e o hino "The Boys Are Back in Town" musica que eu coloco como um dos maiores clássicos do Rock N`Roll de todos os tempos.
No meio do cenário e da fúria Punk que surgia na Inglaterra, o Thin Lizzy que vinha de grandes discos porém sem o devido reconhecimento da crítica solta esse petardo e entra definitivamente no hall seleto do Rock.
A formação na ocasião do disco foi o que se tornou o "dream team" do rock com Phil Lynott: Vocais, Baixo, Violão, Brian Downey: Bateria e Percussão, Brian Robertson: Guitarra, Scott Gorham: Guitarra. os "duelos" de guitarras entre Gorham e Robertson se tornaram os protótipos de som setentistas, basta saber que com Jailbreak não teríamos bandas como Saxon e Iron Maidenna década seguinte.
O som cru e pesado, moldou alicerces para o Heavy Metal dos anos 80. Recomendo que ouça esse petardo de meia hora em volume máximo, sem se importar com os vizinhos pagodeiros.
 

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Keith Richards, It´s only rock n´roll (but i like it)

A ilustração de Keith Richards, a personificação do rock.
Cara de mau, tipo "marginal" com seu inseparável cigarro no canto da boca, desafiando a morte e a vida mas sempre brilhante com seus riffs em sua guitarra e se consagrando como um dos maiores guitarristas da história e liderando por décadas uma das maiores bandas de rock da história: The Rolling Stones. Mister Keith Richards!


Ilustração feita em nankin, aquarela líquida (ecoline), pastel seco e guache branco.

terça-feira, 20 de dezembro de 2016

Sabbath Blood Sabbath

1973 é um ano pródigo em matéria de lançamentos no rock n roll, entre os mega lançamentos, clássicos ou qualquer outra referência que qualquer um queira utilizar esta “Sabbath, Blood Sabbath”, obra prima da banda britânica Black Sabbath, os criadores ao que ficou intitulado pelos críticos de música como Heavy Metal, ou rock pesado. Se antes a banda veio com um rock direto e cru nos álbuns anteriores em Sabbath Blood Sabbath eles flertam com novas nuances, com uma produção mais rebuscada, chegando um ponto a ter um "pezinho" no som progressivo. Mas estava presente ali no suco, no vinil, na bolacha o som pesado característico e os riffs pesadíssimos de Tony Iommi. A velha massa sonora, os vocais estridentes de Ozzy Osbourne continuam mais atuantes do que nos álbuns anteriores, junto a isso, Gezzer Butler com seu baixo “parede sonora” e a batera de Bill Ward fazendo uma massa sonora impressionante. Um clássico, simples assim!  A formula era a mesma com outras variantes, a fórmula consistia em o riff poderoso e alto e no final da música outra musica se incorporava na música original e surgia outro tempo. Isso era a marca registrada do Black Sabbath. O disco gerou clássicos instantâneos no repertório do Sabbath como “Sabbath, Blood Sabbath”, a faixa título (que gerou um clipe, talvez o único da banda, muito visto no antigo programa Sábado Som na TV Cultura) pouquíssima tocada ao vivo talvez pelo tom altíssimo o que dificultava Ozzy de cantá-la ao vivo e seguiam aos petardos como a progressiva “Who Are You”, “Killing Yourself to Live” (faixa que abria os shows da banda na época e ausência muito sentida no concerto da tour de despedida do Rio de Janeiro em 2016),” A National Acrobat” com suas várias mudanças de tempo impressionantes e finalmente a poderosa “Fluff/Sabra Cadabra” essa com os teclados virtuosos e progressistas de Rick Wakemam, tecladista do Yes e com o violão “irritante” de Iommi que tiraria o vocalista “comedor de morcego” do sério mais tarde. Clássico inesquecível na primeira audição, nunca mais o Sabbath conseguiu fazer um álbum tão bem acabado e produzido como esse. Detalhe que a capa foi feita pelo artista gráfico/design americano Drew Struzan, notório por fazer trabalhos em cartazes de filmes do cinema americano, nela retrata um homem tendo um pesadelo numa cama com uma caveira e sobressaindo mãos e o numero 666, a capa poderia ser cartaz de qualquer clássico da Hammer Films. Bem, depois da saída turbulenta de Ozzy e sua bem sucedida carreira solo, em 1978/1979 a banda seguiu o seu caminho com outros vocalistas mas a magia se perdeu. Sem Ozzy não era a mesma coisa. Tive o prazer de me deparar de frente com o “senhor das trevas” por duas vezes (Rock In Rio, 85 gordo como um porco e no auge de seus problemas etílicos e no Monster of Rock de 1996) Depois de idas e vindas a banda finalmente anuncia sua tourneé de despedida em 2015/2016, Sempre me recusei a ver o Sabbath em outras incursões ao solo brasileiro em formações vergonhosas que não dignificavam a lenda Black Sabbath, os criadores do Heavy Metal e tudo o que viria ser chamado de Rock Pesado. Mas agora seria diferente, seria o momento de vê-los quase com a formação original (sem Ward) em dezembro de 2016 com os remanescentes originais beirando os 70 anos, fazem em um concerto honesto e emocionante. Sabbath forever!