Siciliana feita em ecoline (aquarela líquida) nanquim e guache.
O bikini dela esta com a estampa da bandeira da sicilia, região da Itália.
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quarta-feira, 5 de abril de 2017
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017
All your love...
O disco que definitivamente me transportou ao blues britânico.
"John Mayall and Bluesbreakers featuring Eric Clapton". Talvez nunca na sua carreira Clapton tenha tocando tanto.
Em "All your love", "Steppin out" "Little girl", "Ramblin´on my mind" e principalmente "Have you heard" onde os bluesbreakes com um naipe de metais seguindo a guitarra de alucinante de Clapton dão um clima incrivel a canção. Deve ter sido nessa época que Clapton viu seu nome pichado nos muros de Londres "Clapton is god!" Realmente parecia que Clapton não era desse plano e tinha uma sensibilidade incrível a cada musica e a cada solo.
Gravado no inicio de 1966 antes de Clapton junto a Ginger Baker e Jack Bruce formar o super grupo Cream!
Na ilustração mostro uma curvilínea moça se deliciando na audição desse classico disco do Rock/Blues.
Nunca mais Clapton tocou como nesse disco!
"John Mayall and Bluesbreakers featuring Eric Clapton". Talvez nunca na sua carreira Clapton tenha tocando tanto.
Em "All your love", "Steppin out" "Little girl", "Ramblin´on my mind" e principalmente "Have you heard" onde os bluesbreakes com um naipe de metais seguindo a guitarra de alucinante de Clapton dão um clima incrivel a canção. Deve ter sido nessa época que Clapton viu seu nome pichado nos muros de Londres "Clapton is god!" Realmente parecia que Clapton não era desse plano e tinha uma sensibilidade incrível a cada musica e a cada solo.
Gravado no inicio de 1966 antes de Clapton junto a Ginger Baker e Jack Bruce formar o super grupo Cream!
Na ilustração mostro uma curvilínea moça se deliciando na audição desse classico disco do Rock/Blues.
Nunca mais Clapton tocou como nesse disco!
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segunda-feira, 23 de janeiro de 2017
Romeo will find the lonely girl?
Thin Lizzy, banda ícone dos anos 70, com seu rock estiloso e barulhento com seu front man, Phill Lynot baixista e cantor um dos ícones do rock irlandês se tornaram referencia musical para minha história. O álbum que me tornei fã em questão é Jailbreak de 1976, classico supremo do Rock N Roll que contém músicas clássicas como "Jailbreak a faixa título, "Emerald",
"Cowboy Song" "Warriors"e o hino "The Boys Are Back in Town" musica que eu coloco como um dos maiores clássicos do Rock N`Roll de todos os tempos.
No meio do cenário e da fúria Punk que surgia na Inglaterra, o Thin Lizzy que vinha de grandes discos porém sem o devido reconhecimento da crítica solta esse petardo e entra definitivamente no hall seleto do Rock.
A formação na ocasião do disco foi o que se tornou o "dream team" do rock com Phil Lynott: Vocais, Baixo, Violão, Brian Downey: Bateria e Percussão, Brian Robertson: Guitarra, Scott Gorham: Guitarra. os "duelos" de guitarras entre Gorham e Robertson se tornaram os protótipos de som setentistas, basta saber que com Jailbreak não teríamos bandas como Saxon e Iron Maidenna década seguinte.
O som cru e pesado, moldou alicerces para o Heavy Metal dos anos 80. Recomendo que ouça esse petardo de meia hora em volume máximo, sem se importar com os vizinhos pagodeiros.
No meio do cenário e da fúria Punk que surgia na Inglaterra, o Thin Lizzy que vinha de grandes discos porém sem o devido reconhecimento da crítica solta esse petardo e entra definitivamente no hall seleto do Rock.
A formação na ocasião do disco foi o que se tornou o "dream team" do rock com Phil Lynott: Vocais, Baixo, Violão, Brian Downey: Bateria e Percussão, Brian Robertson: Guitarra, Scott Gorham: Guitarra. os "duelos" de guitarras entre Gorham e Robertson se tornaram os protótipos de som setentistas, basta saber que com Jailbreak não teríamos bandas como Saxon e Iron Maidenna década seguinte.
O som cru e pesado, moldou alicerces para o Heavy Metal dos anos 80. Recomendo que ouça esse petardo de meia hora em volume máximo, sem se importar com os vizinhos pagodeiros.
quarta-feira, 26 de outubro de 2016
She Bangs The Drums
1989 são daqueles anos que marcam
a vida de uma pessoa, sim, são emblemáticos, sabáticos ou qualquer outro termo
que queiram dar. Meu Botafogo finalmente saindo da fila de títulos e sendo
campeão depois de 21 anos, eleição para presidente depois de 25 anos de ditadura
militar e eu conseguindo o meu primeiro emprego. Sim foi um ano que marcou. Somado
a isso um disco que saiu nesse ano cravou na alma, não só um disco, mas sim um
disco espetacular! Psicodélica, dance music, rock e uma nova postura rock tudo isso
num vinil de 11 músicas. O primeiro disco do Stone Roses marcou muito naquele ano de 1989.
Desde que eu ouvi a música “She Bangs The Drums” na Fluminense FM saquei que
havia algo de novo. Algo de diferente. Já tinha tido um contato visual com a
banda e o movimento de Manchester que seria batizado de “madchester” sendo o Stone Roses a
linha de frente de bandas como Happy Mondays e The Charlatans entre outras, numa
revista The Face com o vocalista Ian Brown na capa que eu tinha comprado. A banda vinha com
um visual desleixado camisas largas e cabelos a moda anos sessenta, tinha muito pontos a frente de bandas como Guns and Roses, Poison, Bon Jovi ou até Motley Crue que dominavam as paradas brazucas com suas calças colantes e seu rock “lamê”
que de nada me diziam em criatividade e emoção. Comprei o disco na saudosa “Modern Sound”
de Copacabana e a paixão pelo disco veio na primeira audição, foi arrebatador, a
começar pela capa maneiríssima ao "estilo Pollock" com limões ou laranjas (até hoje não sei
direito) fazendo a arte junto ao nome da banda depois por “I Wanna be Adored”
que abre o disco com seu clima soturno, meio psicodélico até chegar ao clímax em
apenas 4:52 minutos depois por “She
Bangs the Drums" e seu refrão contagiante, clássico supremo de qualquer festinha
da época que se dizia por “prafrentex” ,“Waterfall” com um solo espetacular do
guitarrista John Squire. E claro com a musica definitiva “I Am the Resurrection”
que fecha o álbum em grande estilo, um álbum monumental com uma música
monumental! Squire dava o som um teor psicodélico, solava o tempo todo, por
vezes as suas frases de guitarra pareciam “samples” de musicas do Jefferson
Airplane ou de outra banda da costa oeste americana dos anos 60. O baixista Mani
não comprometia, não era um virtuoso no baixo mas se encaixava bem ao som do
grupo, o vocalista Ian Brown não era um novo Robert Plant ou um novo Rod
Stewart, mas a voz dele naquele momento de tantos excessos vocais tinha o
timbre correto para tantos “axilas rosadas” que agrediam nossos tímpanos. Já o baterista
Reni era outro papo, era o que mais me impressionava nos Stone Roses, dono de
um ritmo sincopado, frenético dava ao som da banda um ar de dance music, com
seu kit estranho, sem presença de “ton-tons” Nessa época já rolava um vídeo-show
do grupo em blackpool, (que vi pela primeira vez em Niterói) cidade do interior
da Inglaterra que sempre era muito concorrido por fãs ardorosos. Resumindo,
parecia tudo e não parecia nada. Tinha Beatles, Stones, Psicodelia e sim, um
pouco de som dançante no som felizmente eu já tinha conhecido o Clash e não
compartilhava de preconceitos musicais, tinha a mente e ouvidos abertos, sem
preconceitos seguindo a cartilha de John Peel, não foi difícil em entrar em sintonia com eles. Pouco tempo depois apareceu a MTV Brasil com os Stone Roses em alta rotação na emissora sendo que o clipe de
um “single” que não chegou a entrar no álbum “Fool´s Gold” um clássico nesses
primeiros tempos da emissora, deixando um clima de expectativa para um próximo
trabalho, que infelizmente não se concretizou. Nessa época meus amigos ainda
estavam atrelados ao rock que parou em 1975, eles não aceitavam nem o Punk que já
era pra lá de velho, eu era um dos poucos da turma que “seguia em frente” E o
Stone Roses era um belo passo a frente.
quarta-feira, 19 de outubro de 2016
Like A Rolling Stone
Desde muito criança ou como se
diz por aí (desde que eu me entendo por gente) que eu ouço falar de Bob Dylan.
Dylan, o menestrel, o poeta, o guardião dos injustiçados, o porta voz dos menos
favorecidos e etc. Minhas primeiras audições de Bob Dylan na minha infância eram
“Blowing in the Wind” que sempre tocava em algum programa com teor humanista na
TV, “Lay Lady Lay” e “Hurricane” que tocavam sempre em rádios “ligths” e “good
times” da vida. Um fato que sempre me chamava atenção dele em primeiro lugar era
a sua estranha voz, seguido de um som simples, violão sempre predominando nas
gravações, dizia meu pai que aquilo era o som caipira americano e terceiro
lugar eram canções bem diferentes uma das outras. Mas nenhuma... Nenhuma mesmo
era tão impactante para mim como “Like a Rolling Stone”. Quando eu escutei pela
primeira vez foi um momento único, foi a caminho do colégio , tocando de algum
rádio à janela nas redondezas, o refrão forte de Dylan com a sua voz nasalada e
o órgão hammond clássico de Al Kooper ao fundo, tornam esse simplório momento
como um dos momentos inesquecíveis na minha infância. Bem, passou o tempo me
inteirei na importância de Dylan e na sua obra, devorei revistas, mas
precisamente as antigas revistas Pop que meus primos tinham, já tinha a
clássica coletânea Greatest Hits com a sua primeira fase, a fase de protesto,
mas o negócio mesmo era ter o álbum “Highway 61 Revisited” o disco que continha
originalmente “Like a Rolling Stone”. A lógica era simples, se essa música era
tão extraordinária para mim naquele momento imagina o resto do álbum? Não era
fácil encontrar esse disco no início dos anos 80, ele já estava fora de
catalogo há muito tempo, tempos de pré Rádio Fluminense FM, o rock ainda não
era a moda reinante no balneário de são Sebastião mas numa dessas andanças pelo
o centro do Rio, mas precisamente na antiga Farelo Discos, eu encontro a
obra-prima, velha, com a capa rabiscada, versão original americana escondida no
canto, abandonado, com a famosa foto de Dylan sentado a uma entrada de uma casa
com alguém atrás com uma câmera pendurada as mãos. Puxando o disco eu me deparei com o nome Bob
Dylan e levei alguns segundos a ler e entender de que se tratava de Highway 61Revisited, é bom lembrar que no inicio dos anos 80 era os anos jurássicos pré
internet, naquela época não era tão banal assim ter acesso a uma simples foto
de um disco clássico como esse. Ao começar por Like A Rolling Stone que abre o
disco, que só por isso o disco já seria considerado um clássico instantâneo,
mas o que dizer de "Tombstone Blues", "Ballad of a Thin
Man"? A faixa título do álbum, que se tornou uma das músicas mais
conhecidas do cantor com aquele som estranho de desenho animado se repetindo
durante a música, mas o blues emocionante de "It Takes a Lot to Laugh, It
Takes a Train to Cry" que teimosamente nunca conseguia ouvi-la toda por um
arranhão que tinha sido feito no vinil do disco, (talvez esse o real motivo de
encontrá-lo num sebo de discos) bem no finalzinho da canção e a monumental
“Desolation Row” que parecia não terminar nunca, sempre num crescendo
alucinante, com seu violão solando ao “estilo cigano” ao fundo da voz de Dylan
e a sua gaita “mal tocada”. A época eu
não tinha idéia do que Dylan dizia, da sua poesia, das tais canções de
protesto, da sua influência musical a uma geração inteira, inclusive aos
Beatles, da sua maneira sempre original em fazer sua obra, de pouco a dizer e
sim em mostrá-la. Minha ligação com ele
e a esse disco era puramente musical, nada, além disso. Com o passar dos anos
eu conhecendo a obra toda, me inteirando melhor com a língua shakesperiana, com
mais discos e mais discos dele e com a constatação absoluta de que Dylan é um
poeta, um astro absoluto total da música, Highway 61 Revisited nunca saiu do
posto de disco predileto dele. Tive sorte de vê-lo duas vezes ao decorrer dos
anos sendo a primeira vez no Antigo festival “Hollywood Rock” na praça da
apoteose, com uma pequena, porém emocionada platéia diante de um mito. Presenciávamos
a história.
segunda-feira, 8 de agosto de 2016
The Queen Is Dead
The Queen is Dead o disco da banda The Smiths, disco que melhor definiu os anos 80.
The Queen is Dead é o terceiro álbum de estúdio da banda inglesa The Smiths, lançado em 1986. A capa é uma foto do ator Alain Delon, datada de 1965, como se estivesse morto. Para os Smiths significava o fim de um período marcado pelo tédio, seria a libertação das tradições aristocráticas da Inglaterra.
The Queen is Dead marca o auge criativo da banda, sendo aclamado até hoje como um dos melhores discos de todos os tempos.
A faixa título, que abre o disco de forma épica, apresenta-se como um rock vigoroso, com várias camadas de guitarra. A letra fala sobre a Inglaterra dos anos 80, criticando instituições fortes como a monarquia e a igreja. Morrissey declara ao final da música "A Rainha está morta, e é tão solitário no limbo / A vida é muito longa quando voce está sozinho".
A segunda faixa, "Frankly, Mr. Shankly", foi escrita ironizando Geoff Travis, dono da gravadora independente Rough Trade, que lançou todos os discos dos Smiths. Disfarçando Travis com o pseudônimo 'Mr. Shankly', Morrissey o ridiculariza numa das faixas mais alegres do disco.
"I Know it's Over" é considerada por muitos uma obra prima dos Smiths: uma balada tristíssima, onde Morrissey pede consolo a sua mãe por estar sozinho, sem amor, apesar de ser inteligente e divertido.
"Never had no one ever" é outra balada lenta, triste, com a guitarra bem marcada de Johnny Marr.
"Cemetry Gates" celebra a prosa e a poesia, e toca no tema controverso do plágio, e homenageia um dos heróis de Morrissey, o escritor Oscar Wilde.
"Bigmouth strikes again" foi escrita depois que a imprensa inglesa criticou um comentário que Morrissey fez, lamentando que a então primeira ministra britanica, Margaret Thatcher teria escapado ilesa de um atentado a bomba.
"The boy with the thorn in his side", que pode ser traduzida como "o garoto com uma pedra no sapato", ou seja, com algum problema, foi direcionada a industria musical, segundo Morrissey, que nunca acreditava no que ele dizia. Uma faixa luminosa, um clássico dos anos 80.
"Vicar in a tutu" é uma sátira divertida sobre um vigário que se divertia usando um saiote de bailarina.
"There is a light that never goes out" é outra peça chave do disco, talvez a melhor música dos Smiths, ou a que melhor os define: um passeio de carro a noite com a pessoa amada, no qual nem a morte poderia estragar.
O disco termina com "Some girls are bigger than others", marcada pela genial guitarra de Johnny Marr.
The Queen is Dead é o terceiro álbum de estúdio da banda inglesa The Smiths, lançado em 1986. A capa é uma foto do ator Alain Delon, datada de 1965, como se estivesse morto. Para os Smiths significava o fim de um período marcado pelo tédio, seria a libertação das tradições aristocráticas da Inglaterra.
The Queen is Dead marca o auge criativo da banda, sendo aclamado até hoje como um dos melhores discos de todos os tempos.
A faixa título, que abre o disco de forma épica, apresenta-se como um rock vigoroso, com várias camadas de guitarra. A letra fala sobre a Inglaterra dos anos 80, criticando instituições fortes como a monarquia e a igreja. Morrissey declara ao final da música "A Rainha está morta, e é tão solitário no limbo / A vida é muito longa quando voce está sozinho".
A segunda faixa, "Frankly, Mr. Shankly", foi escrita ironizando Geoff Travis, dono da gravadora independente Rough Trade, que lançou todos os discos dos Smiths. Disfarçando Travis com o pseudônimo 'Mr. Shankly', Morrissey o ridiculariza numa das faixas mais alegres do disco.
"I Know it's Over" é considerada por muitos uma obra prima dos Smiths: uma balada tristíssima, onde Morrissey pede consolo a sua mãe por estar sozinho, sem amor, apesar de ser inteligente e divertido.
"Never had no one ever" é outra balada lenta, triste, com a guitarra bem marcada de Johnny Marr.
"Cemetry Gates" celebra a prosa e a poesia, e toca no tema controverso do plágio, e homenageia um dos heróis de Morrissey, o escritor Oscar Wilde.
"Bigmouth strikes again" foi escrita depois que a imprensa inglesa criticou um comentário que Morrissey fez, lamentando que a então primeira ministra britanica, Margaret Thatcher teria escapado ilesa de um atentado a bomba.
"The boy with the thorn in his side", que pode ser traduzida como "o garoto com uma pedra no sapato", ou seja, com algum problema, foi direcionada a industria musical, segundo Morrissey, que nunca acreditava no que ele dizia. Uma faixa luminosa, um clássico dos anos 80.
"Vicar in a tutu" é uma sátira divertida sobre um vigário que se divertia usando um saiote de bailarina.
"There is a light that never goes out" é outra peça chave do disco, talvez a melhor música dos Smiths, ou a que melhor os define: um passeio de carro a noite com a pessoa amada, no qual nem a morte poderia estragar.
O disco termina com "Some girls are bigger than others", marcada pela genial guitarra de Johnny Marr.
terça-feira, 5 de julho de 2016
Os maiores momentos na história da beleza: Marilyn Monroe
Marilyn Monroe
Para esse humilde desenhista o símbolo máximo de
sensualidade e beleza, o glamour, a alegria mesmo que fossem ilusórios, de
ingenuidade que atingia em dose máxima os corações e mentes masculinos. Marilyn
era isso tudo. Tornou-se ícone de seu tempo. Parecia que tudo que ela fazia
vinha com uma alta dose de sexo, de prazer de elegância. Teve a “divindade” de
morrer jovem e na qual tornou se imortal!
E eu aqui faço uma humilde homenagem a ela.
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