Beatles, em 1968 ilustração feita com caneta Posca, aquarela pastilhada, Ecoline e lápis de cor. A ilustração foi inspirada na sessão de fotos "mad day out" durante a gravação do White Album
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domingo, 18 de fevereiro de 2018
sexta-feira, 30 de junho de 2017
What difference does it make?
Ilustração do cantor Morrissey, vocalista da banda britânica The Smiths. Feita em lápis de cor, caneta posca, ecoline e nanquin.
quinta-feira, 20 de abril de 2017
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017
All your love...
O disco que definitivamente me transportou ao blues britânico.
"John Mayall and Bluesbreakers featuring Eric Clapton". Talvez nunca na sua carreira Clapton tenha tocando tanto.
Em "All your love", "Steppin out" "Little girl", "Ramblin´on my mind" e principalmente "Have you heard" onde os bluesbreakes com um naipe de metais seguindo a guitarra de alucinante de Clapton dão um clima incrivel a canção. Deve ter sido nessa época que Clapton viu seu nome pichado nos muros de Londres "Clapton is god!" Realmente parecia que Clapton não era desse plano e tinha uma sensibilidade incrível a cada musica e a cada solo.
Gravado no inicio de 1966 antes de Clapton junto a Ginger Baker e Jack Bruce formar o super grupo Cream!
Na ilustração mostro uma curvilínea moça se deliciando na audição desse classico disco do Rock/Blues.
Nunca mais Clapton tocou como nesse disco!
"John Mayall and Bluesbreakers featuring Eric Clapton". Talvez nunca na sua carreira Clapton tenha tocando tanto.
Em "All your love", "Steppin out" "Little girl", "Ramblin´on my mind" e principalmente "Have you heard" onde os bluesbreakes com um naipe de metais seguindo a guitarra de alucinante de Clapton dão um clima incrivel a canção. Deve ter sido nessa época que Clapton viu seu nome pichado nos muros de Londres "Clapton is god!" Realmente parecia que Clapton não era desse plano e tinha uma sensibilidade incrível a cada musica e a cada solo.
Gravado no inicio de 1966 antes de Clapton junto a Ginger Baker e Jack Bruce formar o super grupo Cream!
Na ilustração mostro uma curvilínea moça se deliciando na audição desse classico disco do Rock/Blues.
Nunca mais Clapton tocou como nesse disco!
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segunda-feira, 9 de janeiro de 2017
Keith Richards, It´s only rock n´roll (but i like it)
A ilustração de Keith Richards, a personificação do rock.
Cara de mau, tipo "marginal" com seu inseparável cigarro no canto da boca, desafiando a morte e a vida mas sempre brilhante com seus riffs em sua guitarra e se consagrando como um dos maiores guitarristas da história e liderando por décadas uma das maiores bandas de rock da história: The Rolling Stones. Mister Keith Richards!
Ilustração feita em nankin, aquarela líquida (ecoline), pastel seco e guache branco.
Cara de mau, tipo "marginal" com seu inseparável cigarro no canto da boca, desafiando a morte e a vida mas sempre brilhante com seus riffs em sua guitarra e se consagrando como um dos maiores guitarristas da história e liderando por décadas uma das maiores bandas de rock da história: The Rolling Stones. Mister Keith Richards!
Ilustração feita em nankin, aquarela líquida (ecoline), pastel seco e guache branco.
terça-feira, 20 de dezembro de 2016
Sabbath Blood Sabbath
1973 é um ano pródigo em matéria de lançamentos no rock n roll, entre os mega lançamentos, clássicos ou qualquer outra referência que qualquer um queira utilizar esta “Sabbath, Blood Sabbath”, obra prima da banda britânica Black Sabbath, os criadores ao que ficou intitulado pelos críticos de música como Heavy Metal, ou rock pesado. Se antes a banda veio com um rock direto e cru nos álbuns anteriores em Sabbath Blood Sabbath eles flertam com novas nuances, com uma produção mais rebuscada, chegando um ponto a ter um "pezinho" no som progressivo. Mas estava presente ali no suco, no vinil, na bolacha o som pesado característico e os riffs pesadíssimos de Tony Iommi. A velha massa sonora, os vocais estridentes de Ozzy Osbourne continuam mais atuantes do que nos álbuns anteriores, junto a isso, Gezzer Butler com seu baixo “parede sonora” e a batera de Bill Ward fazendo uma massa sonora impressionante. Um clássico, simples assim! A formula era a mesma com outras variantes, a fórmula consistia em o riff poderoso e alto e no final da música outra musica se incorporava na música original e surgia outro tempo. Isso era a marca registrada do Black Sabbath. O disco gerou clássicos instantâneos no repertório do Sabbath como “Sabbath, Blood Sabbath”, a faixa título (que gerou um clipe, talvez o único da banda, muito visto no antigo programa Sábado Som na TV Cultura) pouquíssima tocada ao vivo talvez pelo tom altíssimo o que dificultava Ozzy de cantá-la ao vivo e seguiam aos petardos como a progressiva “Who Are You”, “Killing Yourself to Live” (faixa que abria os shows da banda na época e ausência muito sentida no concerto da tour de despedida do Rio de Janeiro em 2016),” A National Acrobat” com suas várias mudanças de tempo impressionantes e finalmente a poderosa “Fluff/Sabra Cadabra” essa com os teclados virtuosos e progressistas de Rick Wakemam, tecladista do Yes e com o violão “irritante” de Iommi que tiraria o vocalista “comedor de morcego” do sério mais tarde. Clássico inesquecível na primeira audição, nunca mais o Sabbath conseguiu fazer um álbum tão bem acabado e produzido como esse. Detalhe que a capa foi feita pelo artista gráfico/design americano Drew Struzan, notório por fazer trabalhos em cartazes de filmes do cinema americano, nela retrata um homem tendo um pesadelo numa cama com uma caveira e sobressaindo mãos e o numero 666, a capa poderia ser cartaz de qualquer clássico da Hammer Films. Bem, depois da saída turbulenta de Ozzy e sua bem sucedida carreira solo, em 1978/1979 a banda seguiu o seu caminho com outros vocalistas mas a magia se perdeu. Sem Ozzy não era a mesma coisa. Tive o prazer de me deparar de frente com o “senhor das trevas” por duas vezes (Rock In Rio, 85 gordo como um porco e no auge de seus problemas etílicos e no Monster of Rock de 1996) Depois de idas e vindas a banda finalmente anuncia sua tourneé de despedida em 2015/2016, Sempre me recusei a ver o Sabbath em outras incursões ao solo brasileiro em formações vergonhosas que não dignificavam a lenda Black Sabbath, os criadores do Heavy Metal e tudo o que viria ser chamado de Rock Pesado. Mas agora seria diferente, seria o momento de vê-los quase com a formação original (sem Ward) em dezembro de 2016 com os remanescentes originais beirando os 70 anos, fazem em um concerto honesto e emocionante. Sabbath forever!
terça-feira, 22 de novembro de 2016
Smoke on the water...
Havia uma época nos anos 80 que
existia um disco que se fazia presente em todos os lares de quem curtia esse
tal de rock n´roll. O cara podia curtir progressivo ou punk, folk ou até metal,
mas no meio de sua coleção de discos sempre ele aparecia impoluto, soberano e
reinava no meio das festas, no momento de “air guitars” no churrasco ao meio do
“mico” coletivo. Esse disco era o Machine Head do Deep Purple do ano de 1972. Clássico
instantâneo, seu virtuosismo, sua “velocidade” a capa espetacular tudo jogava a
favor do disco, era colocar o vinil na vitrola e aquele ar de serenidade na
reunião com os amigos se perdia completamente. Nessa época havia uma frente nostálgica
que se recusava achar que o novo som inglês que tocava freneticamente na rádio Fluminense, a maldita não era o Rock N´Roll autentico e essa vertente nostálgica
que se recusava “passar pelo o ano de 1975” tinha nesse disco do Deep Purple
sua referencia Máxima. O Purple
junto ao Black Sabbath e ao Led Zeppelin formava a santíssima trindade do tal
Rock Pesado era heresia pura tecer qualquer comentário de critica a banda por
menor que fosse correndo risco a ficar no limbo total das amizades que se
seguiam naqueles anos oitenta. Mas devo dizer que nunca fui um fã ardoroso da
banda de Ritchie Blackmore em vários momentos eu achei o Deep Purple, datado,
cafona e até chato. Tudo se devia ao tecladista Jon Lord que incorporava ao som
pesado da banda elementos de música clássica e me fazendo ligar em outras
bandas e outros artistas. Mas em Machine Head é inegável que eles atingiram o ápice criativo,
tanto nas composições e como instrumentistas, o virtuosismo não é excessivo, tudo
no álbum parece ser metricamente calculado. O Cantor Ian Gillan mostra como um “Band
Leader” pode fazer com sua voz, e é impressionante o que ele canta nesse disco.
Ritchie Blackmore, que detratores dizem ser uma mala, um chato, mas independente
de qualquer coisa é um grande guitarrista que constituiu um estilo próprio e inconfundível,
toca demais no álbum se tornando assim um dos maiores músicos das seis cordas e
junto ao eficiente Roger Glover no baixo e o soberbo baterista Ian Gillan fizeram
o Purple uma das bandas mais famosas dos anos setenta, com uma fama que duraria
por anos a fio mesmo depois do fim da banda. Machine Head e o ao vivo Made In
Japan eram citados sempre pela rapaziada prafrentex como discos clássicos, discos que você teria que ter na sua estante. Mas a minha implicância
sempre foi o órgão de “churrascaria” de Jon Lord. Achava excessivo ao som do
grupo. Mas as composições desse disco são tão sensacionais que até isso passa
batido! Ao começar por Highway Star que abria o disco já levantava qualquer
defunto com seu pique extraordinário, junto ao blues Maybe I'm a Leo, a “pop”
Never Before, a espacial Space Truckin com o solo viajandão de Jon (sem ser chato!) e claro a espetacular Smoke on the water com
seu riff de guitarra inconfundível, clássico supremo até aos dias de hoje, hit
absoluto em todas as festinhas de hoje, ontem e sempre. Com o tempo o disco passou a ser
velho, datado, muito sintonizado a uma época como os anos 70, mas não poderia deixar
de citá-lo como um dos mais ouvidos - Deep Purple –
Machine Head
terça-feira, 8 de novembro de 2016
Don't stand so close to me...
1981 rolava solto, eu chegando perto da puberdade e o rock já era a trilha sonora para todos os momentos de frustração a alegrias. Eis que numa viagem ao interior do estado do Rio de Janeiro eu descubro a new wave de um “power trio” de instrumentistas geniais e visual “platinado”.tudo se deu através de uma coletânea de sucessos da CBS, que reunia um time “all star” do cast da gravadora que minha tia tinha comprado para embalar o final de semana em Araruama. Então entre Earth, Wind & Fire, Julio Iglesias, Michael Jackson e Supertramp tocava uma musica com refrão estranho chamado de “Dedododo Dedadada” que já tocava nas rádios tupiniquins graças a uma versão de gosto duvidoso do grupo Fevers, nome da banda? The Police! O que bateu de cara foi a bateria espetacular que sobre saia logo de Stewart Copeland. De algum jeito a música foi um “hit instantâneo” naquele fim de semana chuvoso na região dos lagos, e ficou grudado na cabeça. Claro que na volta ao Rio queria saber de tudo do The Police. Tratei de me interagir melhor com o som e os discos da banda, por sorte minha um colega de sala de aula tinha o último disco que tinha sido lançado, o álbum em questão era o espetacular Zenyattà Mondatta, lançado um ano antes, 1980. Ao me emprestar para uma “temporada de verão” na minha casa me deparei logo de cara com vários ritmos que até então era desconhecidos ou pouco explorados por mim na minha tenra infância como o reggae, ska e o “jazz experimentalista” Na época existia um programa de vídeo clips na TV educativa que rolava aos sábados “Don´t Stand to Close to Me” que aparecia sempre era a musica que abria o álbum, clip livremente inspirado em Lolita de Nabakov, com Sting personificado em um professor, antiga ocupação do baixista. O som indecifrável era uma questão em particular com o Police. Era a tal New Wave que eu só viria saber anos mais tarde (e que já assolava a Inglaterra) o que realmente se tratava. “Drive to Tears” com o seu groove hipnótico com a cozinha Sting/Stewart Copeland e “When the World Is Running Down, You Make the Best of What's Still Around” era irresistíveis clássicos absolutos de uma época, passando pelo “mantra” “Voices In My Head” e o Hit “Dedododo Dedadada” o ska “Man in the Suitcase” ao Reggae/jazz quase dub “Shadows in the Rain” tudo era perfeito em Zenyatta. A produção de Nigel Gray, o encarte de fotos com Stewart Copeland sentado ao seu kit de Bateria, Sting tocando com um baixão acústico e Andy Summers, o guitarrista, com um guarda chuva nas ruas de Amsterdam, cidade aonde foi gravado o álbum tudo era um deleite para mim em cada audição. Passado tantos anos depois da primeira audição ainda tenho Zenyatta Mondatta como o álbum definitivo do grupo, acho que nenhum outro disco chegou ao ponto criativo e de absoluta felicidade nas composições do que nesse álbum. Depois de Zenyatta a história é mais do que conhecida, Police conquistando o mundo e se tornando uma banda com vários hits no planeta, passou ser uma banda do primeiro escalão do rock. Em 1982, o Police chegou a tocar no Maracanazinho com um público para “Botafogo x América”, a rapaziada estava mais preocupada com os dias de reinado momesco que estavam prestes a chegar. Anos depois em 2007 na tour de reunião eu por motivos financeiros e monetários perdi a oportunidade de vê-los ao vivo e a cores, grande frustração! The Police junto ao Clash foram fundamentais para consolidar o meu conceito de arte, de estar fora do padrão concebido e preestabelecido. Que o Rock caminhava para outros lados e outros caminhos. Sem preconceitos.
terça-feira, 11 de outubro de 2016
Judy Is A Punk!
Lembro-me quando escutei pela
primeira vez Ramones, eu detestei. Som alto, tosco, parecia mal gravado,
juntando a aparência maltrapilha dos músicos me dava uma ideia de que era algum
grupo de mendigos. Sim, mesmo a música sendo tocada numa rádio (Fluminense FM,
a maldita) eu já tinha visto umas fotos da banda. Eu não lembro qual música era,
nem cheguei ouvir a musica toda, bastou alguns segundos para trocar de dial no
radio. O som não era “perigoso” só não me tocava. Eu achava um absurdo que
aqueles cabeludos que pareciam um bando de motoqueiros terem algum tipo de reconhecimento
no mundo do rock. Eu não conhecia o Punk, devia ter 13 ou 14 anos, não sei ao
certo. Pra mim o que era o máximo da rebeldia, da Periculosidade
eram os Stones, Who e Beatles. Mas certo dia de 1984 caiu em minhas
mãos o primeiro disco da banda nova-iorquina, Ramones disco homônimo. Um colega
de escola me convenceu a escutar aquele disco, sei lá por que motivos que entusiasmado,
dizia “Pô se você curte o The Who pode ter certeza que vai curtir esse disco”
eu dizia que não podia ter nenhuma conexão da Banda de Pete Townshend com aquilo.
Acabei levando o disco para casa e depois de várias semanas de insistência, num
sábado resolvi escutar o disco já com a pré concepção que não iria gostar. Bem na primeira música uma bordoada de dois
minutos e quarenta e um segundos que iria mudar todo o meu conceito em definitivo;
Blitzkrieg Bop, uma típica canção dos Ramones que eles se especializaram em
fazer durante toda sua carreira. Uma guitarra alta, rápida e o vocal urgente,
sem firulas, a partir daquele momento o rock progressivo começava a perder
sentido para mim. O que era aquilo? Pensava eu a cada audição... "Judy Is A Punk" "Listen
To My Heart”, “I Don't Wanna Walk Around With You" todas muito curtas,
barulhentas e rápidas. Todas
davam uma sensação de querer mais. Sim, eu via muita conexão com o Who e o
melhor que eu via muito mais. Por certos momentos pareciam ser os Beach Boys
tocavam aquilo, só que chapados, alucinados, havia alguma harmonização naquilo
como os garotos praianos, mas de uma forma diferente, rápida, cheia de energia
adolescente, mesmo que na época eu não tivesse muita noção disso. O colega de
escola tinha razão, o som era alto, muito alto! A banda não tinha esmero em
tocar, não tinha solos “babantes” de um Jimmy Page ou Rick Wakeman... Mas eu
pouco ligava para aquilo naquele momento. O negócio era que eu era apresentado
ao punk rock americano. Ramones na veia. Tive sorte alguns anos mais tarde em
me deparar com Joey Ramone e seus comparsas por três oportunidades inclusive no
malfadado show do Canecão onde houve a famosa treta da bomba de gás, apenas uma
típica manifestação adolescente. Bem típico dos Ramones.
segunda-feira, 8 de agosto de 2016
The Queen Is Dead
The Queen is Dead o disco da banda The Smiths, disco que melhor definiu os anos 80.
The Queen is Dead é o terceiro álbum de estúdio da banda inglesa The Smiths, lançado em 1986. A capa é uma foto do ator Alain Delon, datada de 1965, como se estivesse morto. Para os Smiths significava o fim de um período marcado pelo tédio, seria a libertação das tradições aristocráticas da Inglaterra.
The Queen is Dead marca o auge criativo da banda, sendo aclamado até hoje como um dos melhores discos de todos os tempos.
A faixa título, que abre o disco de forma épica, apresenta-se como um rock vigoroso, com várias camadas de guitarra. A letra fala sobre a Inglaterra dos anos 80, criticando instituições fortes como a monarquia e a igreja. Morrissey declara ao final da música "A Rainha está morta, e é tão solitário no limbo / A vida é muito longa quando voce está sozinho".
A segunda faixa, "Frankly, Mr. Shankly", foi escrita ironizando Geoff Travis, dono da gravadora independente Rough Trade, que lançou todos os discos dos Smiths. Disfarçando Travis com o pseudônimo 'Mr. Shankly', Morrissey o ridiculariza numa das faixas mais alegres do disco.
"I Know it's Over" é considerada por muitos uma obra prima dos Smiths: uma balada tristíssima, onde Morrissey pede consolo a sua mãe por estar sozinho, sem amor, apesar de ser inteligente e divertido.
"Never had no one ever" é outra balada lenta, triste, com a guitarra bem marcada de Johnny Marr.
"Cemetry Gates" celebra a prosa e a poesia, e toca no tema controverso do plágio, e homenageia um dos heróis de Morrissey, o escritor Oscar Wilde.
"Bigmouth strikes again" foi escrita depois que a imprensa inglesa criticou um comentário que Morrissey fez, lamentando que a então primeira ministra britanica, Margaret Thatcher teria escapado ilesa de um atentado a bomba.
"The boy with the thorn in his side", que pode ser traduzida como "o garoto com uma pedra no sapato", ou seja, com algum problema, foi direcionada a industria musical, segundo Morrissey, que nunca acreditava no que ele dizia. Uma faixa luminosa, um clássico dos anos 80.
"Vicar in a tutu" é uma sátira divertida sobre um vigário que se divertia usando um saiote de bailarina.
"There is a light that never goes out" é outra peça chave do disco, talvez a melhor música dos Smiths, ou a que melhor os define: um passeio de carro a noite com a pessoa amada, no qual nem a morte poderia estragar.
O disco termina com "Some girls are bigger than others", marcada pela genial guitarra de Johnny Marr.
The Queen is Dead é o terceiro álbum de estúdio da banda inglesa The Smiths, lançado em 1986. A capa é uma foto do ator Alain Delon, datada de 1965, como se estivesse morto. Para os Smiths significava o fim de um período marcado pelo tédio, seria a libertação das tradições aristocráticas da Inglaterra.
The Queen is Dead marca o auge criativo da banda, sendo aclamado até hoje como um dos melhores discos de todos os tempos.
A faixa título, que abre o disco de forma épica, apresenta-se como um rock vigoroso, com várias camadas de guitarra. A letra fala sobre a Inglaterra dos anos 80, criticando instituições fortes como a monarquia e a igreja. Morrissey declara ao final da música "A Rainha está morta, e é tão solitário no limbo / A vida é muito longa quando voce está sozinho".
A segunda faixa, "Frankly, Mr. Shankly", foi escrita ironizando Geoff Travis, dono da gravadora independente Rough Trade, que lançou todos os discos dos Smiths. Disfarçando Travis com o pseudônimo 'Mr. Shankly', Morrissey o ridiculariza numa das faixas mais alegres do disco.
"I Know it's Over" é considerada por muitos uma obra prima dos Smiths: uma balada tristíssima, onde Morrissey pede consolo a sua mãe por estar sozinho, sem amor, apesar de ser inteligente e divertido.
"Never had no one ever" é outra balada lenta, triste, com a guitarra bem marcada de Johnny Marr.
"Cemetry Gates" celebra a prosa e a poesia, e toca no tema controverso do plágio, e homenageia um dos heróis de Morrissey, o escritor Oscar Wilde.
"Bigmouth strikes again" foi escrita depois que a imprensa inglesa criticou um comentário que Morrissey fez, lamentando que a então primeira ministra britanica, Margaret Thatcher teria escapado ilesa de um atentado a bomba.
"The boy with the thorn in his side", que pode ser traduzida como "o garoto com uma pedra no sapato", ou seja, com algum problema, foi direcionada a industria musical, segundo Morrissey, que nunca acreditava no que ele dizia. Uma faixa luminosa, um clássico dos anos 80.
"Vicar in a tutu" é uma sátira divertida sobre um vigário que se divertia usando um saiote de bailarina.
"There is a light that never goes out" é outra peça chave do disco, talvez a melhor música dos Smiths, ou a que melhor os define: um passeio de carro a noite com a pessoa amada, no qual nem a morte poderia estragar.
O disco termina com "Some girls are bigger than others", marcada pela genial guitarra de Johnny Marr.
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