
A todos aqueles que costumam a dar uma olhadinha no Cotidiano Blues ou não...Um Feliz Natal e próspero Ano Novo!
Abraços a todos!
Moça do corpo dourado
Do sol de Ipanema
O seu balançado é mais que um poema
É a coisa mais linda que eu já vi passar
Ah, porque estou tão sozinho
Ah, porque tudo é tão triste
Ah, a beleza que existeA beleza que não é só minha
E também passa sozinha
Trinta e nove anos após a morte de Jimi Hendrix, o roadie de um dos maiores guitarristas da história do rock - profissional que cuida do equipamento enquanto o artista está no palco - acusa o empresário Michael Jeffery de ter assassinado o músico. James "Tappy" Wright declara no livro "Rock roadie", que está para lançar, que Jeffery confessou o crime um ano após a morte do autor de "Purple Haze" e "Foxey Lady". Segundo o roadie, ele teria dado álcool e comprimidos a Hendrix durante uma visita no hotel onde ele estava hospedado. Depois, o empresário teve que fazer com que a morte do guitarrista não fosse dada como suicídio, para que o seguro de vida não deixasse de beneficiá-lo com dois milhões de dólares. Seu nome estava na lista de Hendrix.
Ocorrida em setembro de 1970, a morte de Hendrix teve como causa oficial intoxicação com barbitúricos e inalação do próprio vômito. Mas o mistério sempre rondou essa história. John Bannister, o médico que fez de tudo para reanimar o guitarrista, admitiu em 1992 que ficou surpreso com a ausência de vinho tinto no sangue do músico, afinal, ele teria bebido junto com os barbitúricos. Jeffery morreu em um acidente de avião em 1973, dois anos após confessar o assassinato a Wright.
Fonte Jornal O Globo
Depois de algum tempo a gente fica reparando no comportamento das pessoas. Passa a admitir que o "mico" não pode ser cotidiano... Afinal de contas, depois que você passa para a idade "adulta", o "mico" é algo impensável, proibido. Eis a verdade: ele tem que ser reservado a alguns momentos. Aliás, sublimes momentos, como saborear um carré frito com uma farofa de torresmo. O Ronca Ronca, a festa mais antiga na cidade maravilhosa, é assim.
É o momento de soltar os bichos, de tocar Les Pauls imaginarias, Premiers da mais fina tradição de um Keith Moon. De se sentir um cantor de fazer inveja a um Otis Redding. De dançar de pular e cantar alto aquela canção que a gente gosta sem medo de ser ridículo e ser tachado de maluco.
No meu caso tenho uma relação de quase idolatria pelo DJ/fotógrafo/produtor musical Maurício Valladares. Afinal, estou desde dos longínquos anos 80 ouvindo o cara ditando moda, palavreado altamente carioca, fotografando gente bacana, gente do bem ou como ele costuma dizer, "gente bonita", e com a sua paixão explícita pela cidade de São Sebastião – tão castigada – mas assim como por mim, tão amada.
Motivo de inveja: o cara viu o Who duas vezes, sendo uma num histórico show em Paris... É mole ou quer mais? Só por isso o cara já merecia um lugar especial no "Olimpo".
Mas voltando à festa, o Ronca Ronca, assim como o programa de rádio, é como um gol de seu time no Maracanã. Parece que você conhece todo mundo ao seu redor, quando o "balão de couro" estufa as redes. Confraternização é a palavra de ordem.
Alegria, desorientação total!
Sexta feira, dia 13 é dia de Ronca Ronca no Estrela da Lapa, às 22 horas começa a festa