Lembro-me quando escutei pela
primeira vez Ramones, eu detestei. Som alto, tosco, parecia mal gravado,
juntando a aparência maltrapilha dos músicos me dava uma ideia de que era algum
grupo de mendigos. Sim, mesmo a música sendo tocada numa rádio (Fluminense FM,
a maldita) eu já tinha visto umas fotos da banda. Eu não lembro qual música era,
nem cheguei ouvir a musica toda, bastou alguns segundos para trocar de dial no
radio. O som não era “perigoso” só não me tocava. Eu achava um absurdo que
aqueles cabeludos que pareciam um bando de motoqueiros terem algum tipo de reconhecimento
no mundo do rock. Eu não conhecia o Punk, devia ter 13 ou 14 anos, não sei ao
certo. Pra mim o que era o máximo da rebeldia, da Periculosidade
eram os Stones, Who e Beatles. Mas certo dia de 1984 caiu em minhas
mãos o primeiro disco da banda nova-iorquina, Ramones disco homônimo. Um colega
de escola me convenceu a escutar aquele disco, sei lá por que motivos que entusiasmado,
dizia “Pô se você curte o The Who pode ter certeza que vai curtir esse disco”
eu dizia que não podia ter nenhuma conexão da Banda de Pete Townshend com aquilo.
Acabei levando o disco para casa e depois de várias semanas de insistência, num
sábado resolvi escutar o disco já com a pré concepção que não iria gostar. Bem na primeira música uma bordoada de dois
minutos e quarenta e um segundos que iria mudar todo o meu conceito em definitivo;
Blitzkrieg Bop, uma típica canção dos Ramones que eles se especializaram em
fazer durante toda sua carreira. Uma guitarra alta, rápida e o vocal urgente,
sem firulas, a partir daquele momento o rock progressivo começava a perder
sentido para mim. O que era aquilo? Pensava eu a cada audição... "Judy Is A Punk" "Listen
To My Heart”, “I Don't Wanna Walk Around With You" todas muito curtas,
barulhentas e rápidas. Todas
davam uma sensação de querer mais. Sim, eu via muita conexão com o Who e o
melhor que eu via muito mais. Por certos momentos pareciam ser os Beach Boys
tocavam aquilo, só que chapados, alucinados, havia alguma harmonização naquilo
como os garotos praianos, mas de uma forma diferente, rápida, cheia de energia
adolescente, mesmo que na época eu não tivesse muita noção disso. O colega de
escola tinha razão, o som era alto, muito alto! A banda não tinha esmero em
tocar, não tinha solos “babantes” de um Jimmy Page ou Rick Wakeman... Mas eu
pouco ligava para aquilo naquele momento. O negócio era que eu era apresentado
ao punk rock americano. Ramones na veia. Tive sorte alguns anos mais tarde em
me deparar com Joey Ramone e seus comparsas por três oportunidades inclusive no
malfadado show do Canecão onde houve a famosa treta da bomba de gás, apenas uma
típica manifestação adolescente. Bem típico dos Ramones.
terça-feira, 11 de outubro de 2016
terça-feira, 4 de outubro de 2016
Jorge Ben e o homem da gravata florida
O homem da gravata florida, música clássica do também clássico
álbum “Tábua das Esmeraldas" de Jorge Benjor, na época ainda Jorge Ben de 1974 é
daquelas músicas que ficam grudadas na cabeça como um mantra. Bem, depois de um
festival de cerveja artesanal com os amigos que entre outras degustações teve
como brinde um grupo de músicos se dedicando com muito esmero a tocar a fase
mais gloriosa da carreira de Jorge Ben e claro, tocou a devida musica para
deleite de todos que estavam presente na Casa da Glória, voltando para casa
fiquei com a ideia fixa de fazer uma ilustração que retratasse a musica, com o
seu estilo quase psicodélico na canção falando dos tais “poderes” que a tal
gravata florida poderia proporcionar a quem usasse, eu com certeza teria certa
dificuldade em descrever a música com apenas uma ilustração. Assim sendo resolvi
que o próprio homem da gravata florida seria o próprio Jorge na época do
lançamento do disco, 1974. E como diz a letra “Qualquer homem feio, qualquer
homem feio vira príncipe, simpático, simpático, simpático, por que... “Com
aquela gravata, Ele é esperado e bem chegado, é adorado em qualquer lugar...” O
retratei inspirado em uma foto da época que invés de só uma camiseta por
debaixo do casaco ele ostentasse a famosa gravata com os lírios e cravos saindo
da gravata e já interagindo ou formando um jardim. Resolvi deixar o fundo
branco deixando o clima mais “clean” possível e retratando o Jorge apenas em preto e
branco ou em tons de cinza dando assim um destaque maior a gravata com as suas
flores. E como diz a letra: “Por onde ele passa nascem flores e amores, Com uma
gravata florida singela, Como essa, linda de viver, Até eu, até eu, até eu, até
eu, até eu...” A musica em si na sua gravação me chama atenção pelo clima “viajante”
numa fase que Jorge Bem executava seus álbuns dando ênfase ao violão e aos instrumentos
acústicos somados a estranha letra, que dá impressão que foi feita quando ele
estava a janela de sua casa olhando a rua ou esperando alguém na calçada e por
inspiração tão comum aos grandes artistas teve a idéia de fazer a música ao ver
um cara comum se tornar mais atraente e chamar atenção por usar uma chamativa
gravata de flores. E como diz o final da música “Simpático! Simpático!” a propósito
o conjunto que tocava na casa da Glória se chamava “Os Simpáticos!” tudo muito conveniente
para a inspiração do desenho.
Para quem se interessar qual o material de desenho foi feito a ilustração: Papel canson 300 gramas, lápis, nankin e tinta ecoline.
quinta-feira, 29 de setembro de 2016
Gérson, o canhotinha de ouro
Gerson de Oliveira Nunes ou simplesmente Gérson, o canhotinha de ouro. Jogador dono de uma perna esquerda capaz de lançar com uma precisão cirúrgica à 100 ou 200 metros colocando o atacante na cara do gol, líder dentro e fora de campo sempre levando suas equipes a vitórias e a títulos. Meio campista, dono da camisa oito da seleção tricampeã mundial de futebol em 1970. Eternamente ídolo no Botafogo e integrante do fabuloso time bicampeão carioca 67/68 e campeão brasileiro de 1968 (Taça Brasil) e integrante do "Botafogo de todos os Tempos" junto a outros mitos como Garrincha, Nilton Santos, Didi, Jairzinho...Jogou no Glorioso de 1963 a 1969. Campeão dos torneios Rio-São Paulo de 1964 e 1966, Campeão carioca em 1967 e 1968 e da Taça Brasil de 1968
quinta-feira, 15 de setembro de 2016
Chico Buarque
Olhos Nos Olhos
Chico Buarque
Quando você me deixou, meu bem
Me disse pra ser feliz e passar bem
Quis morrer de ciúme, quase enlouqueci
Mas depois, como era de costume, obedeci
Quando você me quiser rever
Já vai me encontrar refeita, pode crer
Olhos nos olhos, quero ver o que você faz
Ao sentir que sem você eu passo bem demais
E que venho até remoçando
Me pego cantando
Sem mais nem porquê
E tantas águas rolaram
Quantos homens me amaram
Bem mais e melhor que você
Quando talvez precisar de mim
Cê sabe que a casa é sempre sua, venha sim
Olhos nos olhos, quero ver o que você diz
Quero ver como suporta me ver tão feliz
Chico Buarque
Quando você me deixou, meu bem
Me disse pra ser feliz e passar bem
Quis morrer de ciúme, quase enlouqueci
Mas depois, como era de costume, obedeci
Quando você me quiser rever
Já vai me encontrar refeita, pode crer
Olhos nos olhos, quero ver o que você faz
Ao sentir que sem você eu passo bem demais
E que venho até remoçando
Me pego cantando
Sem mais nem porquê
E tantas águas rolaram
Quantos homens me amaram
Bem mais e melhor que você
Quando talvez precisar de mim
Cê sabe que a casa é sempre sua, venha sim
Olhos nos olhos, quero ver o que você diz
Quero ver como suporta me ver tão feliz
segunda-feira, 8 de agosto de 2016
The Queen Is Dead
The Queen is Dead o disco da banda The Smiths, disco que melhor definiu os anos 80.
The Queen is Dead é o terceiro álbum de estúdio da banda inglesa The Smiths, lançado em 1986. A capa é uma foto do ator Alain Delon, datada de 1965, como se estivesse morto. Para os Smiths significava o fim de um período marcado pelo tédio, seria a libertação das tradições aristocráticas da Inglaterra.
The Queen is Dead marca o auge criativo da banda, sendo aclamado até hoje como um dos melhores discos de todos os tempos.
A faixa título, que abre o disco de forma épica, apresenta-se como um rock vigoroso, com várias camadas de guitarra. A letra fala sobre a Inglaterra dos anos 80, criticando instituições fortes como a monarquia e a igreja. Morrissey declara ao final da música "A Rainha está morta, e é tão solitário no limbo / A vida é muito longa quando voce está sozinho".
A segunda faixa, "Frankly, Mr. Shankly", foi escrita ironizando Geoff Travis, dono da gravadora independente Rough Trade, que lançou todos os discos dos Smiths. Disfarçando Travis com o pseudônimo 'Mr. Shankly', Morrissey o ridiculariza numa das faixas mais alegres do disco.
"I Know it's Over" é considerada por muitos uma obra prima dos Smiths: uma balada tristíssima, onde Morrissey pede consolo a sua mãe por estar sozinho, sem amor, apesar de ser inteligente e divertido.
"Never had no one ever" é outra balada lenta, triste, com a guitarra bem marcada de Johnny Marr.
"Cemetry Gates" celebra a prosa e a poesia, e toca no tema controverso do plágio, e homenageia um dos heróis de Morrissey, o escritor Oscar Wilde.
"Bigmouth strikes again" foi escrita depois que a imprensa inglesa criticou um comentário que Morrissey fez, lamentando que a então primeira ministra britanica, Margaret Thatcher teria escapado ilesa de um atentado a bomba.
"The boy with the thorn in his side", que pode ser traduzida como "o garoto com uma pedra no sapato", ou seja, com algum problema, foi direcionada a industria musical, segundo Morrissey, que nunca acreditava no que ele dizia. Uma faixa luminosa, um clássico dos anos 80.
"Vicar in a tutu" é uma sátira divertida sobre um vigário que se divertia usando um saiote de bailarina.
"There is a light that never goes out" é outra peça chave do disco, talvez a melhor música dos Smiths, ou a que melhor os define: um passeio de carro a noite com a pessoa amada, no qual nem a morte poderia estragar.
O disco termina com "Some girls are bigger than others", marcada pela genial guitarra de Johnny Marr.
The Queen is Dead é o terceiro álbum de estúdio da banda inglesa The Smiths, lançado em 1986. A capa é uma foto do ator Alain Delon, datada de 1965, como se estivesse morto. Para os Smiths significava o fim de um período marcado pelo tédio, seria a libertação das tradições aristocráticas da Inglaterra.
The Queen is Dead marca o auge criativo da banda, sendo aclamado até hoje como um dos melhores discos de todos os tempos.
A faixa título, que abre o disco de forma épica, apresenta-se como um rock vigoroso, com várias camadas de guitarra. A letra fala sobre a Inglaterra dos anos 80, criticando instituições fortes como a monarquia e a igreja. Morrissey declara ao final da música "A Rainha está morta, e é tão solitário no limbo / A vida é muito longa quando voce está sozinho".
A segunda faixa, "Frankly, Mr. Shankly", foi escrita ironizando Geoff Travis, dono da gravadora independente Rough Trade, que lançou todos os discos dos Smiths. Disfarçando Travis com o pseudônimo 'Mr. Shankly', Morrissey o ridiculariza numa das faixas mais alegres do disco.
"I Know it's Over" é considerada por muitos uma obra prima dos Smiths: uma balada tristíssima, onde Morrissey pede consolo a sua mãe por estar sozinho, sem amor, apesar de ser inteligente e divertido.
"Never had no one ever" é outra balada lenta, triste, com a guitarra bem marcada de Johnny Marr.
"Cemetry Gates" celebra a prosa e a poesia, e toca no tema controverso do plágio, e homenageia um dos heróis de Morrissey, o escritor Oscar Wilde.
"Bigmouth strikes again" foi escrita depois que a imprensa inglesa criticou um comentário que Morrissey fez, lamentando que a então primeira ministra britanica, Margaret Thatcher teria escapado ilesa de um atentado a bomba.
"The boy with the thorn in his side", que pode ser traduzida como "o garoto com uma pedra no sapato", ou seja, com algum problema, foi direcionada a industria musical, segundo Morrissey, que nunca acreditava no que ele dizia. Uma faixa luminosa, um clássico dos anos 80.
"Vicar in a tutu" é uma sátira divertida sobre um vigário que se divertia usando um saiote de bailarina.
"There is a light that never goes out" é outra peça chave do disco, talvez a melhor música dos Smiths, ou a que melhor os define: um passeio de carro a noite com a pessoa amada, no qual nem a morte poderia estragar.
O disco termina com "Some girls are bigger than others", marcada pela genial guitarra de Johnny Marr.
quarta-feira, 27 de julho de 2016
terça-feira, 5 de julho de 2016
Os maiores momentos na história da beleza: Marilyn Monroe
Marilyn Monroe
Para esse humilde desenhista o símbolo máximo de
sensualidade e beleza, o glamour, a alegria mesmo que fossem ilusórios, de
ingenuidade que atingia em dose máxima os corações e mentes masculinos. Marilyn
era isso tudo. Tornou-se ícone de seu tempo. Parecia que tudo que ela fazia
vinha com uma alta dose de sexo, de prazer de elegância. Teve a “divindade” de
morrer jovem e na qual tornou se imortal!
E eu aqui faço uma humilde homenagem a ela.
segunda-feira, 20 de junho de 2016
Eva, bem vindo ao paraíso...
Segundo a Bíblia no Livro de Gênesis e o Alcorão , Adão e Eva foram o primeiro casal criado por Deus.
Adão (do hebraico אדם relacionado tanto a adamá, solo vermelho ou do barro vermelho, quanto a adom, "vermelho", e dam "sangue") é considerado dentro da tradição judaico-cristã e islâmica como o primeiro ser humano, uma nova espécie criada diretamente por Deus. Teria sido criado a partir da terra à imagem e semelhança de Deus para domínio sobre a criação terrestre.
Tal como Adão, Eva, sua mulher, também foi criada directamente por Deus da costela de Adão. Algumas pessoas consideram que a palavra tsella foi erradamente traduzida por costela. O nome Eva deriva do hebraico hav.váh, que significa "vivente", e teria sido dado pelo próprio Adão. No grego, é vertido por zoé, que significa "vida", e não bios.
Adão e Eva foram colocados no Jardim do Éden para ali viverem e encherem a Terra com seus descendentes. Ambos, primeiramente Eva e depois Adão e teriam comido o fruto proibido da árvore da ciência (do "conhecimento do bem e do mal") criada por Deus, e após o ocorrido, de acordo com o relato bíblico, toda a humanidade ficou privada da perfeição e da perspectiva de vida infindável. Surgiria aqui para os judeu, muçulmanos e cristãos a noção de pecado herdado - tendência inata de pecar - e a necessidade de um resgate da humanidade condenada à morte. Após comerem do fruto proibido, Adão e Eva tiveram noção de que andavam nus e por isso, esconderam-se ao notar a presença de Deus no Jardim do Éden. Deus expulsou-os do jardim do Éden, e deu-lhes roupas provinientes de pele animal.
Adão e Eva foram pais de Caim, Abel, Sete, entre outros filhos e filhas. Segundo o Gênesis 5:5, Adão teria vivido 930 anos, alcançando até Lameque, pai de Noé, a oitava geração de sua descendência.
Na ilustração eu me baseio nas formas curvilíneas e voluptuosas da modelo americana Carmella Bing, no exato momento em que Eva encontra a serpente e o fruto proíbido e mostra o verdadeiro paraíso.
Adão (do hebraico אדם relacionado tanto a adamá, solo vermelho ou do barro vermelho, quanto a adom, "vermelho", e dam "sangue") é considerado dentro da tradição judaico-cristã e islâmica como o primeiro ser humano, uma nova espécie criada diretamente por Deus. Teria sido criado a partir da terra à imagem e semelhança de Deus para domínio sobre a criação terrestre.
Tal como Adão, Eva, sua mulher, também foi criada directamente por Deus da costela de Adão. Algumas pessoas consideram que a palavra tsella foi erradamente traduzida por costela. O nome Eva deriva do hebraico hav.váh, que significa "vivente", e teria sido dado pelo próprio Adão. No grego, é vertido por zoé, que significa "vida", e não bios.
Adão e Eva foram colocados no Jardim do Éden para ali viverem e encherem a Terra com seus descendentes. Ambos, primeiramente Eva e depois Adão e teriam comido o fruto proibido da árvore da ciência (do "conhecimento do bem e do mal") criada por Deus, e após o ocorrido, de acordo com o relato bíblico, toda a humanidade ficou privada da perfeição e da perspectiva de vida infindável. Surgiria aqui para os judeu, muçulmanos e cristãos a noção de pecado herdado - tendência inata de pecar - e a necessidade de um resgate da humanidade condenada à morte. Após comerem do fruto proibido, Adão e Eva tiveram noção de que andavam nus e por isso, esconderam-se ao notar a presença de Deus no Jardim do Éden. Deus expulsou-os do jardim do Éden, e deu-lhes roupas provinientes de pele animal.
Adão e Eva foram pais de Caim, Abel, Sete, entre outros filhos e filhas. Segundo o Gênesis 5:5, Adão teria vivido 930 anos, alcançando até Lameque, pai de Noé, a oitava geração de sua descendência.
Na ilustração eu me baseio nas formas curvilíneas e voluptuosas da modelo americana Carmella Bing, no exato momento em que Eva encontra a serpente e o fruto proíbido e mostra o verdadeiro paraíso.
segunda-feira, 13 de junho de 2016
Dalila, a grega
Uma ilustração para minha amiga modelo curvy girl Dalila.
Grega residente em Los Angeles, Califórnia também trabalha como fotógrafa dona de um contagiante senso de humor.
Grega residente em Los Angeles, Califórnia também trabalha como fotógrafa dona de um contagiante senso de humor.
domingo, 29 de maio de 2016
terça-feira, 17 de maio de 2016
terça-feira, 29 de março de 2016
Marilyn...
Marilyn Monroe (nascida Norma Jeane Mortenson, 1 de junho de 1926 — 5 de agosto de 1962) foi uma atriz e modelo norte-americana. Famosa por interpretar personagens conhecidos como "loira burra", ela se tornou um dos sex symbols mais populares da década de 1950, época emblemática em relação às atitudes envolvendo sexualidade. Apesar de sua carreira ter durado apenas uma década, seus filmes arrecadaram mais de 200 milhões de dólares até sua morte inesperada em 1962. Desde então, ela continua sendo considerada um grande ícone da cultura popular.
Nascida e criada em Los Angeles, Monroe passou a maior parte de sua infância em lares adotivos e um orfanato, além de ter casado pela primeira vez com apenas dezesseis anos. Enquanto trabalhava em uma fábrica que ajudava na Segunda Guerra Mundial em 1944, ela conheceu um fotógrafo e começou uma carreira bem-sucedida de modelo pin-up. Seus trabalhos lhe renderam a dois contratos de filmes de curta duração com a 20th Century Fox (1946-1947) e Columbia Pictures (1948). Após uma série de papéis em filmes pequenos, ela assinou um novo contrato com a Fox. Rapidamente se tornou uma atriz popular com papéis em diversas comédias, incluindo As Young As You Feel (1951) e Monkey Business (1952), além dos dramas Clash by Night (1952) e Don't Bother to Knock (1952). Nesta época, Monroe causou escândalo quando foi descoberto que ela havia posado para fotos nuas antes de se tornar atriz, mas a história aumentou o interesse pelos seus filmes.
Em 1953, Monroe foi uma das estrelas de Hollywood mais bem-sucedidas, ocupando papéis principais em três filmes; o noir Niagara, que incidiu o seu sex appeal, e as comédias Gentlemen Prefer Blondes e How to Marry a Millionaire, que estabeleceram sua imagem como uma "loira burra". Embora ela tenha desempenhado um papel significativo na criação e gestão de sua própria imagem pública, ela estava decepcionada por ter sido estereotipada e mal paga pelo estúdio. Ela foi brevemente suspensa no início de 1954 por recusar um projeto de filme, mas voltou a estrelar um dos maiores sucessos de bilheteria de sua carreira, The Seven Year Itch (1955). Quando o estúdio ainda estava relutante em mudar o seu contrato, Monroe fundou uma empresa de produção cinematográfica, a Marilyn Monroe Productions (MMP). Ainda em 1955, dedicou-se a construção de sua própria empresa e começou a estudar método de interpretação no Actors Studio. Logo em seguida, a Fox deu a ela um novo contrato, o que lhe trouxe mais controle e um salário maior. Depois de seu desempenho aclamado pela crítica em Bus Stop (1956) e atuando na primeira produção independente de MMP, The Prince and the Showgirl (1957), ela ganhou o Globo de Ouro de Melhor Atriz por Some Like It Hot (1959). Seu último filme completo foi o drama The Misfits (1961).
A vida privada e conturbada de Monroe recebeu muita atenção. Durante sua carreira, ela lutou contra o vício, depressão e ansiedade. Além disso, teve dois casamentos altamente divulgados; com o jogador de beisebol Joe DiMaggio e com o dramaturgo Arthur Miller, com ambos terminando em divórcio. A atriz também provocou controvérsia por ter sido amante do então presidente dos Estados Unidos, John F. Kennedy. Ela morreu aos 36 anos de uma overdose de barbitúricos em sua casa, em Los Angeles, no dia 5 de agosto de 1962. Embora sua morte seja considerada como um provável suicídio, várias teorias conspiratórias têm aparecido nas décadas seguintes a sua morte.
Nascida e criada em Los Angeles, Monroe passou a maior parte de sua infância em lares adotivos e um orfanato, além de ter casado pela primeira vez com apenas dezesseis anos. Enquanto trabalhava em uma fábrica que ajudava na Segunda Guerra Mundial em 1944, ela conheceu um fotógrafo e começou uma carreira bem-sucedida de modelo pin-up. Seus trabalhos lhe renderam a dois contratos de filmes de curta duração com a 20th Century Fox (1946-1947) e Columbia Pictures (1948). Após uma série de papéis em filmes pequenos, ela assinou um novo contrato com a Fox. Rapidamente se tornou uma atriz popular com papéis em diversas comédias, incluindo As Young As You Feel (1951) e Monkey Business (1952), além dos dramas Clash by Night (1952) e Don't Bother to Knock (1952). Nesta época, Monroe causou escândalo quando foi descoberto que ela havia posado para fotos nuas antes de se tornar atriz, mas a história aumentou o interesse pelos seus filmes.
Em 1953, Monroe foi uma das estrelas de Hollywood mais bem-sucedidas, ocupando papéis principais em três filmes; o noir Niagara, que incidiu o seu sex appeal, e as comédias Gentlemen Prefer Blondes e How to Marry a Millionaire, que estabeleceram sua imagem como uma "loira burra". Embora ela tenha desempenhado um papel significativo na criação e gestão de sua própria imagem pública, ela estava decepcionada por ter sido estereotipada e mal paga pelo estúdio. Ela foi brevemente suspensa no início de 1954 por recusar um projeto de filme, mas voltou a estrelar um dos maiores sucessos de bilheteria de sua carreira, The Seven Year Itch (1955). Quando o estúdio ainda estava relutante em mudar o seu contrato, Monroe fundou uma empresa de produção cinematográfica, a Marilyn Monroe Productions (MMP). Ainda em 1955, dedicou-se a construção de sua própria empresa e começou a estudar método de interpretação no Actors Studio. Logo em seguida, a Fox deu a ela um novo contrato, o que lhe trouxe mais controle e um salário maior. Depois de seu desempenho aclamado pela crítica em Bus Stop (1956) e atuando na primeira produção independente de MMP, The Prince and the Showgirl (1957), ela ganhou o Globo de Ouro de Melhor Atriz por Some Like It Hot (1959). Seu último filme completo foi o drama The Misfits (1961).
A vida privada e conturbada de Monroe recebeu muita atenção. Durante sua carreira, ela lutou contra o vício, depressão e ansiedade. Além disso, teve dois casamentos altamente divulgados; com o jogador de beisebol Joe DiMaggio e com o dramaturgo Arthur Miller, com ambos terminando em divórcio. A atriz também provocou controvérsia por ter sido amante do então presidente dos Estados Unidos, John F. Kennedy. Ela morreu aos 36 anos de uma overdose de barbitúricos em sua casa, em Los Angeles, no dia 5 de agosto de 1962. Embora sua morte seja considerada como um provável suicídio, várias teorias conspiratórias têm aparecido nas décadas seguintes a sua morte.
Texto: Wikipédia
segunda-feira, 7 de março de 2016
Ziggy played guitar...
David Bowie nome artístico de David Robert Jones, (Brixton, Londres, 8 de janeiro de 1947 — Manhattan, Nova Iorque, 10 de janeiro de 2016) foi um cantor, compositor, ator e produtor musical inglês. Por vezes referido como "Camaleão do Rock" pela capacidade de sempre renovar sua imagem, tem sido uma importante figura na música popular há cinco décadas e é considerado um dos músicos populares mais inovadores e ainda influentes de todos os tempos, sobretudo por seu trabalho nas décadas de 1970 e 1980, além de ser distinguido por um vocal característico e pela profundidade intelectual de sua obra.Embora desde cedo tenha realizado o álbum David Bowie e diversas canções, Bowie só chamou a atenção do público em 1969, quando a canção "Space Oddity" alcançou o quinto lugar no UK Singles Chart. Após um período de três anos de experimentação, que incluem a realização de dois significativos e influentes álbuns, The Man Who Sold the World (1970) e Hunky Dory (1971), ele retorna em 1972 durante a era glam rock com um alter ego extravagante e andrógino chamado Ziggy Stardust, sustentado pelo sucesso de "Starman" e do aclamado álbum The Rise and Fall of Ziggy Stardust and the Spiders from Mars. Seu impacto na época foi um dos maiores cultos já criados na cultura popular.
Em 1974, o álbum Diamond Dogs previa, com seu som e sua temática caótica, a revolução punk que surgiria anos depois. Em 1975, Bowie finalmente conseguiu seu primeiro grande sucesso em território americano com a canção "Fame", em co-autoria com John Lennon, do álbum Young Americans. O som constitui uma mudança radical no estilo que, inicialmente, alienou muitos de seus devotos no Reino Unido. Nessa etapa, a carreira musical de Bowie se renovou e seguiu novos rumos. Após a criação de uma nova persona, Thin White Duke, apresentada no aclamado Station to Station (1976), que traz um Bowie interessado em misticismo, Cabala e Nazismo, ele confundiu as expectativas de seu público americano e de sua gravadora com a produção do minimalista Low (1977) — a primeira das três colaborações com Brian Eno durante os próximos dois anos. A chamada "Trilogia de Berlim" (com "Heroes" e Lodger) trouxe álbuns introspectivos que lograram o topo nas paradas britânicas e que ganharam admiração crítica duradoura.
Seguindo o sucesso comercial irregular no final dos anos 70, a canção "Ashes to Ashes" do álbum de 1980 Scary Monsters (and Super Creeps) alcançou o primeiro lugar no Reino Unido e lançou bases para um novo movimento chamado New Romanticism. No ano seguinte, junto à banda Queen, escreveu e cantou a canção "Under Pressure" e em seguida atingiu novo pico comercial com o álbum Let's Dance (1983), que rendeu sucessos com a canção homônima e o fez cativar nova audiência. Ao longo dos anos 1990 e 2000, Bowie continuou a experimentar novos estilos musicais, incluindo os gêneros industrial, drum and bass, e adult contemporary. Seu último álbum de inéditas foi por muito tempo Reality, uma mistura de melancolia e humor, suportado pela A Reality Tour de 2003–2004. Após um período de quase dez anos em hiato, divulga The Next Day em 2013 e recebe boas avaliações da crítica e público. Após comemorar cinquenta anos de carreira com a coletânea Nothing Has Changed em 2014, o cantor produziu seu último trabalho ainda vivo, o álbum Blackstar (2016).
A influência de David Bowie é única, musical e socialmente. Como escreveu o biógrafo David Buckley, "ele penetrou e modificou mais vidas do que qualquer outra figura comparável." De fato, grande é sua influência no mundo da música entre artistas e bandas mais antigas e a nova geração (Ver Influência), e, além de ter auxiliado movimentos como a libertação gay e a recriação de uma nova juventude independente, introduziu novos modos de se vestir na cena musical e tem uma carreira prestigiada no cinema. Em 2002, ficou em 29º lugar na lista popular 100 Greatest Britons e já vendeu mais de 136 milhões de álbuns ao longo de sua carreira. Foi premiado no Reino Unido com 9 certificações de álbum de platina, 11 de ouro e 8 de prata, e, nos Estados Unidos, 5 de platina e 7 de ouro. Em 2004, a Rolling Stone colocou-o na 39ª posição em sua lista dos "100 Maiores Artistas do Rock de Todos os Tempos" e em 23º lugar na lista dos "Melhores Cantores de Todos os Tempos".
Em 1973, o disco Aladdin Sane levou Ziggy aos EUA. A vida curta da persona revelaria apenas uma das muitas facetas de uma carreira marcada pela reinvenção contínua, pela inovação musical e pela apresentação visual.
Fonte wikipédia.
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